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Governo discute cargos para Weintraub deixar o Ministério da Educação

Abraham Weintraub em ato em BrasíliaJornal NacionalO Pal√°cio do Planalto discute, nos bastidores, diferentes cargos para Abraham Weintraub deixar o Ministério da [...]

Por Redação Paraná Urgente em 17/06/2020 às 11:39:56
Abraham Weintraub em ato em Brasília

Jornal Nacional

O Pal√°cio do Planalto discute, nos bastidores, diferentes cargos para Abraham Weintraub deixar o Ministério da Educa√ß√£o. O presidente Bolsonaro disse ontem que busca solucionar a quest√£o de Weintraub.

Segundo o blog apurou, em discuss√£o hoje, além da ideia de um posto no exterior, foram citados cargos em conselhos ou até diretoria de bancos. Weintraub é economista. A ideia de uma embaixada foi cogitada e descartada, uma vez que senadores mandaram avisar que o nome do ministro n√£o seria aprovado na Casa. O Planalto ainda n√£o bateu o martelo sobre o destino de Weintraub.

O STF e o Congresso aguardam a demiss√£o de Weintraub o mais breve possível. A ala ideológica do governo, incluindo os filhos, querem convencer Bolsonaro a manter o ministro no cargo, mas admitem desde ontem que ele pode deixara o cargo. Se n√£o for possível, querem uma compensa√ß√£o ao ministro.

Nas palavras de um aliado de Bolsonaro, "se sair, Weintraub n√£o sair√° de m√£os vazias". O argumento para a solu√ß√£o premiada a Weintraub é que o presidente reconhece o trabalho de Weintraub para "tirar esquerdistas" do MEC, por exemplo.

Na avaliação de um aliado de Weintraub, o "ideal" seria a garantia de que, saindo do governo, o ministro não será preso --mas o governo sabe que não terá essa sinalização do Judiciário.

Como o blog publicou na segunda-feira, a expectativa é a de que Weintraub seja demitido antes da posse de Fabio Faria amanh√£, marcada para 11 horas.

Fontes ouvidas pelo blog defendem que o presidente escolha um nome de "alto nível" para a pasta, sem a influência da ala ideológica e dos filhos do presidente.

Investigado

Weintraub é investigado no inquérito das fake news por ter dito, na reuni√£o ministerial de 22 de abril, cujo conteúdo se tornou público em 22 de maio, que, por ele, "botava esses vagabundos todos na cadeia, come√ßando no STF". Nesta segunda-feira (15), o STF come√ßou a julgar habeas corpus que pede a retirada do nome do ministro do inquérito. A Corte j√° formou maioria para que ele continue sendo investigado.

Fonte: G1

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